Grandes Radialistas

Violeiro Chico Lobo

Fonte: http://www.chicolobo.com.br/#biografia

Chico Lobo - Fotos Rui Mendes
Comanda o Programa O Canto da Viola na Rádio Inconfidência
Sábado, às 13h, nas ondas da AM 880 e Domingo, às 7h, nas ondas da FM 100,9
O grande instrumentista Chico Lobo, um dos maiores violeiros do Brasil, produz e apresenta o melhor da música regional brasileira de raiz. 
Violeiro, compositor, cantador, Chico Lobo é natural de São João Del Rei (MG) – cidade eleita Capital Brasileira da Cultura 2007, cujo jingle oficial é de sua autoria. Artista carismático toca viola caipira desde os 14 anos. A crítica o considera um dos mais ativos e efetivos violeiros no processo de popularização da tradição musical do cenário brasileiro. É um profissional consciente do seu importante papel no universo da viola caipira e é desse modo que domina o palco – com presença e comunicação ímpares. Sobretudo, é um apaixonado pela cultura de sua terra. Foi nomeado Embaixador do Divino Espírito Santo (Festa folclórica de S.J.Del Rei) e Guarda Coroa de Santo Antônio (Congado/MG). Com a viola na mão toca e canta as folias, os congados, os catiras, as modas e demais ritmos que enfocam suas raízes mineiras e brasileiras no país e para o mundo – sempre de modo muito envolvente -, seja solo ou acompanhado por sua excepcional banda.
Profissional inquieto, Chico Lobo já lançou vários CDs. O Cd de estréia, “No Braço Dessa Viola”, foi finalista ao Prêmio Sharp 97. E rendeu-lhe 10 espetáculos em Centros Culturais e Praças Públicas no norte da Itália. Destaca-se participação de Chico Lobo no CD “Cantoria Brasileira” – que marcou a comemoração dos 25 anos da gravadora Kuarup –, indicado ao Grammy Latino;

Seu 1º DVD, “Viola Popular Brasileira”, é pioneiro no gênero artístico da viola no Brasil;

Lançou no Brasil e em Portugal ao lado do violeiro português Pedro Mestre o 1º CD no mundo que registra o encontro da viola mãe com a viola filha – uma produção Brasil/Portugal -, que recebeu do jornalista lusitano, João Matias, a seguinte apresentação: “O Cd Encontro de Violas mostra como é possível os homens entenderem-se e de que modo a cultura serve para o desenvolvimento (e a união), dos povos… Dele “brotam conhecimento e paz…”

Sua carreira já o levou a inúmeros palcos do Brasil e do mundo, como: Canadá, Chile, Itália (onde retornou mais recentemente para se apresentar no Matching – Importante Feira de Negócios de Milão), Portugal (onde retornou em 2013 – 8º ano consecutivo no Alentejo) – por cidades como: Almodóvar, Beja, Castro Verde, Odemira; Serpa e outras. Também nas ilhas de: Funchal na Madeira e São Miguel nos Açores. Bem como, na China em 2010 e Bogotá 2012;

Há 10 anos, desde o início, integra o projeto itinerante “Causos e Violas das Gerais” do SESC MG – realizado em mais de 100 cidades mineiras levando a tradição dos causos e das violas;

Participou durante 10 anos do Grupo Aruanda com o qual mergulhou na cultura de Minas Gerais e do Brasil. Junto ao Aruanda, participou de importantes festivais de folclore;

Desenvolveu durante 10 anos, o espetáculo “Encontro de Raízes” – ao lado do ícone Pena Branca (irmão de Xavantinho), com quem se apresentou em diversos palcos nacionais;

Sempre atento em descobrir e contribuir na divulgação de novos artistas, Chico Lobo idealizou e apresenta desde 2003 o Programa de TV “Viola Brasil” pela Rede Catedral – TV Horizonte (com alcance de cerca de 20 milhões de pessoas). E o programa de rádio “O Canto da Viola” na rádio Inconfidência de BH (aos sábados pela AM88O às 13h | aos domingos pela FM100, 9 às 7h AM);
Preocupado com a valorização, divulgação da cultura regional e da viola caipira, Chico Lobo fundou em sua cidade natal, em 2013: o Instituto Sócio Cultural Chico Lobo. Que já começa a dar frutos em 2014, numa parceria junto a Secretaria de Educação e a Universidade de São João Del Rei. Com o início do ensino de viola caipira e cultura regional em duas escolas da zona rural da região. Para tanto foram adquiridas 18 violas, para as aulas. Trabalho que realiza um desejo antigo e alegra o coração deste artista tão obstinado na valorização desta cultura raiz.

Chico Lobo é considerado um violeiro de estirpe, mestre das notas choradas e um compositor que cria obras que destroem qualquer preconceito musical;

Em 2009 /2007 foi o Diretor Musical do espetáculo multicultural – que reuniu artistas da Espanha, Cabo Verde, Portugal e Brasil -, “O Homem que À Terra Canta”, apresentado: no IV e VI Encontro de Culturas de Serpa e em Almodóvar (Portugal). E “Festejos da Terra”, apresentado no VII Encontro de Culturas de Serpa e novamente em Almodóvar (Portugal);

Em 2007 participou na Ilha da Madeira das comemorações dos 500 anos de Funchal, representando a viola de Minas. Nos anos de 2009, 2010 e 2011 participou do “Encontro de Violas de Arame” na Ilha de São Miguel, nos Açores e em Castro Verde Portugal respectivamente. Encontros esses marcados pela união dos povos e partilha, pelas cordas da viola!

Em 2010 representou a cultura mineira, a convite do Governo de Minas Gerais, quando participou da missão oficial à Expo Xangai 2010 onde realizou 11 shows nos pavilhões Brasil, USA, e América Square. Na ocasião mereceu destaque, por sua participação, foi convidado a ministrar um workshop e a se apresentar igualmente no pavilhão da UNESCO.

Em Out/2011 deu início a temporada de lançamento de seu novo cd “Caipira do Mundo” pelo selo Saravá Discos. Um cd com parceiros da MPB Nacional – que enviaram letras inéditas, para ele musicar -, como: Alice Ruiz, Arnaldo Antunes, Chico César, Fausto Nilo, Maurício Pereira, Ricardo Aleixo, Sergio Natureza, Siba, Vander Lee, Verônica Sabino, Vítor Ramil e, Zeca Baleiro.
Projetos Especiais / Intercâmbios Culturais.

Em Jul/2012 representou o Brasil nos Açores – Portugal no Projeto “Violas do Atlântico”;

Em Abril/2012 – A convite do Itamaraty representou o Brasil na Colômbia na Feira do Livro de Bogotá;

Em Fev/2012 apresentou pelo 4º ano consecutivo, o projeto “CARNAVIOLA” – idealizado e patenteado junto a sua produtora Viola Brasil Produções, ao lado do escritor Tadeu Martins. Com 04 horas de músicas “quentes” do universo da viola caipira, para toda família se divertir, em Praça pública. Sucesso!

Em Abril/2013 – integra o IV Encontro de Violas de Arame em Portugal. Onde realizará, também, o show “Seara Nova e Amigos” junto a artistas do Alentejo, Punta Umbria e Granada (Espanha), São João Del Rei (Brasil), São Vicente (Cabo Verde);

Em Março/2013 – fundou na sua cidade natal, SJDEL Rei, o Instituto Sócio Cultural Chico Lobo (ICL);

Em Março/2013 – completou 50 anos de idade e 30 de carreira com espetáculo comemorativo (lotado), no Grande Teatro do SESC Palladium;

Em Set/2013 – lançou seu 2º DVD. Com conteúdo duplo: documentário e show. Um registro inédito, no mundo, do “Encontro das Violas – Caipira (brasileira) e Campaniça (portuguesa)”, gravado nos dois países;

Em Set/2013 – lançou seu 2º DVD. Com conteúdo duplo: documentário e show. Um registro inédito, no mundo, do “Encontro das Violas – Caipira (brasileira) e Campaniça (portuguesa)”, gravado nos dois países;

Em Maio/2015 – Chico Lobo recebeu o Prêmio Profissionais da Música 2015 na categoria MELHOR INTÉRPRETE RAIZ, e foi finalista ao mesmo Prêmio na categoria Melhor Programa de TV com seu Viola Brasil transmitido há 12 anos pela TV Horizonte;
Em Maio/2015 – Chico Lobo foi convidado para ser o anfitrião do Projeto ACORDE BRASILEIRO, em Porto Alegre, BH e SP, onde se apresenta e convida grandes nomes expressivos da música raiz brasileira como Renato Teixeira, Quinteto Violado, entre outros, ao palco;

É o responsável pela Direção e Produção de CDs de Novos talentos da viola caipira, como: Fábio Sombra, Lázaro Mariano; Cláudio Araújo, Dimas Souza, Rodrigo Delage entre outros;

Idealizou e apadrinha dois Projetos Sociais de Escolas de Violas em Santana dos Montes (MG);

Lançamento de seu primeiro cd exclusivamente instrumental, “3BRASIS” ao lado do violoncelista Márcio Malard e o clarinetista Paulo Sérgio Santos.

Lançamento do DVD Especial – Show e Documentário reunidos em estojo especial, com cenas filmadas em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Lisboa e Alentejo.
Mucio Bolivar
 Circa de 1950 Ponte Nova, MG 

Mucio Bolivar Pataro Fonseca
Fonte - http://www.dicionariompb.com.br/mucio-bolivar
Foto divulgação - Rádio Inconfidência
Começou sua atuação no Rádio na década de 1980, quando passou a trabalhar na Rádio Capela Nova, na cidade mineira de Betim, e que depois se tornaria a Rádio Liberdade. Em 1987, trabalhou na Rádio Capital, em Belo Horizonte, apresentando um programa de músicas variadas, mas que incluía a música sertaneja. No ano seguinte, atuou na Rádio Cultura ligada à Rede Itatiaia de Rádio. Em 1990, passou a apresentar, na Rádio Inconfidência, o programa "Trem caipira", totalmente voltado para a música sertaneja, no qual se destaca a valorização de grandes nomes do passado, como Raul Torres, Moreno e Moreninho, Capitão Furtado, Moacir dos Santos, Zico e Zeca, Tião Carreiro e Pardinho, e Tonico e Tinoco, entre outros. O programa também se caracteriza em focalizar o aparecimento de novos talentos. Em seu programa surgiram nomes como Rionegro e Solimões, João Carlos e Maurício, Orquestra Mineira de Violas e Orquestra Minas e Viola. Também se apresentaram em seu programa artistas como Pena Branca e Xavantinho, Zé Mulato e Cassiano, e Chico Lobo, entre outros. Com mais de quinze anos no ar, o programa é ouvido em todo o Brasil em ondas curtas, e também em diferentes países através da internet. Chegam à Rádio correspondência de estados brasileiros como Amapá, Goiás, Bahia, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, e Rio de Janeiro, além de e-mails de países como Alemanha, França, e Estados Unidos. Apresenta também o programa "Comunicação América", na Rádio América AM, de Belo Horizonte. Em 2009, participou de mesa redonda sobre a música caipira durante o 1º Seminário Nacional da Viola Caipira realizado em Belo Horizonte pela Associação Nacional dos violeiros do Brasil.

Eli Corrêa
http://www.elicorrea.am.br (ouça Eli Corrêa ao vivo)

No início da Carreira
 Aqui você vai conhecer toda a trajetória do radialista que fez - e faz  história na comunicação brasileira, o ‘Homem Sorriso do Rádio’, Eli Correa.

Quando Eli Correa cursava o terceiro ano primário, no patrimônio de Paranagi (município de Sertaneja, no estado do Paraná onde nasceu), seu professor, Luiz Fabrete, o solicitou que lesse uma poesia voz alta. O professor se surpreendeu com a desenvoltura do aluno, aconselhando-o seguir carreira de locutor, pela sua voz e interpretação, diferenciadas para um garoto da sua idade, leigo no assunto. E Eli Correa nunca mais esqueceu essas palavras.
Para capa de um LP
 Aos 16 anos Eli Correa seguiu com sua família para a cidade de Barra Bonita, onde tinham uma sorveteria. Um dia todos precisaram ir a um casamento no Rio de Janeiro e, coincidentemente, a rádio local anunciou teste para locutores. Eli estava responsável pela loja de sorvetes que, nesse dia, fechou suas portas. Mas, ele passou no teste e a cidade de Barra Bonita ganhou um grande locutor. O primeiro programa de rádio de Eli Correa se chamava: “Isto é sucesso!”
De mudança para o interior de São Paulo, Eli Correa trabalhou na rádio Jauense, no município de Jaú. Mas o garoto Eli sonhava alto, queria conquistar o grande público, a cidade grande, e veio tentar a sorte em São Paulo. E teve êxito! Ingressou na Rádio São Paulo em 1972 onde fez sucesso rapidamente, com um estilo diferenciado, alegre. Foi nessa época que seu então empresário, Nelson Freitas, percebeu que ele sempre iniciava seus programas com a mesma frase: Oooooiiiiiiiii Geeeenteee! Que veio a se tornar o mais conhecido ‘jargão’ do rádio no Brasil.
Eli atualmente trabalha na Rádio Capital de São Paulo. O mesmo carisma, excelente o programa e atualizado.
Na maior cidade do país Eli Correa destacou-se rapidamente. Foi então convidado para trabalhar na Rádio Tupi, uma das maiores emissoras de São Paulo, onde estavam na época os melhores comunicadores do rádio. Nessa emissora, com uma programação de grande audiência, o sucesso de Eli Correa só aumentava e havia disputa entre as emissoras para contratá-lo. Trabalhou ainda nas rádios Globo e Record, as maiores da capital paulista. Foi na rádio Record, através de um grande amigo, Francisco Paes de Barros, que Eli Correa ganhou o apelido de Homem Sorriso do Rádio, pois falava sempre com um “sorriso na voz”.Eli então aceitou mais um desafio. Ingressou na Rádio Capital AM, emissora ainda em crescimento. Até contratar o “Homem Sorriso do Rádio”. Em pouco tempo, a audiência da Rádio Capital AM foi elevada para o primeiro lugar.
Eli Correa passou ainda pela Rádio América, mas foi na Rádio Capital que Eli se consolidou e permanece até hoje, conquistando diariamente mais admiradores, fazendo e mantendo amigos fiéis.
Há mais de 41 anos ininterruptamente no ar, Eli Correa apresenta seus programas sempre ao vivo. Hoje, em dois horários diariamente das 06h00 às 08h00 e das 12h00 às 15h00 pela Rádio Capital AM (www.capital1040.com).
Durante toda sua trajetória pelas rádio onde passou, Eli Correa sempre esteve perto do seu publico, no rádio, circos, shows, missas e romarias que organiza ou até mesmo nas visitas que realiza nas casas das ouvintes, amigas como as considera.
E por onde Eli Correa passa, uma multidão o acompanha para pedir autógrafos, tirar fotos, dar um abraço.
Seu jargão: Oiiiiii Genteeee é conhecido – e imitado por pessoas de todas as idades, até crianças que o ouvem acompanhando suas mães, avós, tias.
Mas, em seus programas, Eli Correa sempre foi além de apenas entretenimento. Desde os anos 80 Eli tem a maior prestação de serviços do rádio brasileiro. O Clube da Amizade recebe diariamente doações que são repassadas para os ouvintes mais carentes. São milhares de cadeiras de roda e de banho, além de fraldas, colchões, cesta básica, medicamentos e vários outros pedidos urgentes, como anúncios de pessoas desaparecidas.

José Béttio

José Béttio tem vários LPs gravados, aqui a foto de capa de um deles.


Num momento de descontração.


Foto rara. José Béttio não tem muitos registros.
(Entrevista de José Béttio ao Milton Neves no Programa Terceiro Tempo).

Cantor. Compositor. Radialista. Sanfoneiro. Nasceu na fazenda do avô, a 450 quilômetros de Promissão, no interior de São Paulo. Estudou apenas até o terceiro ano primário, pois precisava ajudar o pai na lavoura. Desde criança, misturava-se aos irmãos e primos para assistir aos bailes e cantorias das fazendas vizinhas. Aos nove anos de idade, ganhou do pai uma sanfona de oito baixos, que aprendeu a tocar observando o irmão mais velho. Sua família mudava-se constantemente. Em Lins(SP), trabalhou como pasteleiro para ajudar nas despesas. Mudou-se para São Paulo aos 20 anos, tendo trabalhado como sapateiro em Santana.
Deixou a Rádio Record AM (1.000 kHz - São Paulo/SP) em dezembro de 2009. Zé Béttio está preparando um livro contando a história de sua vida. Nasceu na cidade de Promissão, interior paulista, no dia 11 de janeiro de 1926.
Ainda adolescente, formou com Antônio Moraes e Afonso, o trio "Sertanejos Alegres", que durou pouco tempo, mas percorreu o interior de São Paulo e Paraná tocando em bailes de fazenda.
Amigos do interior o levaram para tocar sanfona num programa de calouros na Rádio Tupi, em São Paulo. Em seguida formou "Zé Béttio e seu Conjunto", indo tocar na Rádio Cometa.
Gravou seu primeiro disco em 1958, pela gravadora Chantecler.
A carreira de radialista iniciou na Rádio Difusora de Guarulhos (na Grande SP). Zé Béttio falava as propagandas agradando de imediato quem ouvia. Depois foi para Rádio Cometa, apresentando um programa próprio, improvisando os textos dos anunciantes com bom humor, voz anasalada e um sotaque ítalo-caipira.
No dia 2 de dezembro de 1972, Zé Béttio estreou na Rádio Record de São Paulo, onde em 2 anos levou a emissora do 14 para o "primeiro lugar" de audiência. Essa liderança foi mantida durante muitos anos, atingindo um universo de cerca de 3 milhões de ouvintes, segundo boletins da própria emissora.
Em 1984, transferiu-se para a Rádio Capital, fazendo dois programas. Um das 5h00 às 7h00 da manhã e outro das 17h00 às 19h00 horas.
Chegou a possuir o maior salário do Rádio, renovando seu contrato no final dos anos 80, por cerca de 2 milhões e 500 mil cruzados novos, 100 vezes o salário do Presidente da República na época.
Na Rádio Record, lançou muitas duplas e cantores sertanejos, entre eles a dupla "Milionário e José Rico".
Passou rapidamente também pela Rádio Gazeta AM (890 kHz - São Paulo/SP).
José Bettio, o Zé Bettio, histórico radialista brasileiro, em 2011, curtindo sua merecida aposentadoria, gostava de passar o tempo em suas fazendas, nas cidades de Garça-SP e Rinópolis-SP, onde organizava suas memórias para lançar um livro que contará sua vida.
Zé Bettio iniciou sua carreira artística percorrendo o interior de São Paulo e Paraná com o trio "Sertanejos Alegres",  junto com Antonio Moraes e Afonso.
Após o término do grupo, passou a tocar sanfona em um concurso de calouros da Rádio Tupi, quando conheceu alguns outros músicos e formou o "Zé Bettio e seu Conjunto", o qual tocou por algumas vezes na Rádio Cometa.
Zé Bettio se tornou radialista por acaso. Certo dia, quando se apresentava em uma rádio de Guarulhos, o locutor da emissora faltou, e o próprio acabou assumindo a leitura dos anúncios daquela transmissão, agradando aos ouvintes.
Foi então contratado pela Rádio Cometa, onde assumiu um programa próprio. Logo, Zé Bettio, com sua simplicidade e bom humor, acabou conquistando a simpatia do público.
Foi contratado pela Rádio Record no início da década de 70, levando a emissora paulista, em apenas dois anos, do 14º para o primeiro lugar de audiência. Em seu programa, lançou diversas duplas sertanejas, entre elas, Milionário e José Rico.
Em 1984, foi contratado pela Rádio Capital, e também teve rápida pela Rádio Gazeta, de São Paulo.
Poucos sabem, mas o histórico radialista foi também jogador de futebol. Foi em sua juventude, quando, morando em Lins-SP, dividia seu tempo entre a profissão de sapateiro e as partidas do Clube Atlético Linense.
Seu irmão, Oswaldo Bettio, também radialista, morreu em 29 de junho de 2015, aos 84 anos.
Atualmente aposentado, o comunicador Zé Béttio iniciou sua carreira como cantor quando se apresentava em uma rádio de Guarulhos, São Paulo, nos anos 1960, o locutor da emissora faltou e Zé Béttio assumiu a leitura dos comerciais. A forma natural e popular de ler os anúncios chamou a atenção do diretor da emissora. Foi aí que começou a carreira daquele que se tornaria, no final dos anos 1980, o mais bem pago apresentador do rádio brasileiro.
Quem gosta de rádio AM certamente já ouviu o programa do Zé Béttio na Rádio Capital ou na Rádio Record. Zé Béttio completou 83 anos e parece que, definitivamente, deixou o rádio. A informação foi divulgada pelo site bastidoresdoradio.com., informação de 2011.


Altieres Barbiero

Altieres Barbiero hoje.

No início de sua carreira.
Paranaense de Mandaguari nasceu no dia 23 de fevereiro. Começou como operador de áudio em 1960, na Rádio Cultura de Uberlândia (MG). Em São Paulo, fez curso de arte dramática e sua primeira emissora na Capital paulista foi a Rádio Progresso, onde chegou a ser Diretor Artístico.

Trabalhou como Rádio/Ator nas Rádios Record e São Paulo, na época "Emissoras Unidas".

Foi locutor comercial, produtor e apresentador na Rádio Record onde em 1972, criou e apresenta até hoje o programa "A Volta do Sucesso". Um dos mais antigos do Rádio.

Em 1981, fez grande sucesso no Brasil com a canção "Amar é Viver". Altieris gravou ao todo 5 compactos e 1 CD.
Passou pelas Rádios: Record, Globo, São Paulo, Rádio Mulher e América.
Na Rádio América foi responsável pelo surgimento do Padre Marcelo Rossi, já que Altieris Barbiero deu a grande oportunidade para o padre católico levar a sua mensagem aos ouvintes da programação religiosa da emissora, na época dirigida pelo comunicador.

Barros de Alencar
Ontem 

Hoje
Atualmente está participando do programa Kaká Siqueira na Rádio Record AM (1.000 kHz - São Paulo/SP), onde apresenta o quadro "Momento Barros de Alencar".
Comunicador, radialista, cantor e apresentador de TV.
Paraíbano da cidade de Uiraúna, nasceu no dia 5 de agosto. Começou na Rádio Borburema, em Campina Grande - PB. Depois passou por Recife, Fortaleza e Belo Horizonte até chegar a cidade de São Paulo.Na Capital paulista passou pela antiga Rádio Tupi de São Paulo, Record e América.
Na década de 80, comandou seu programa na TV Record, levando ao ar os grande sucessos musicais da época.


Dárcio Campos
Dárcio Campos em plena atividade.


Em dois momentos.
Faleceu no dia 28 de agosto de 1995, vítima de AIDS.

Famoso por usar o bordão "Chanty", como forma carinhosa de se comunicar com os ouvintes, trabalhou na Rádio Record, onde comandava um programa com seu nome.

Também gravou músicas como cantor e foi apresentador de TV, passando pelas TVs Record, Gazeta e Bandeirantes.
Foi diretor das Rádios Record e Atual.

Gil Gomes


Gil Gomes em início de carreira.
Cândido Gil Gomes Jr. (São Paulo, 30 de junho de 1940), mais conhecido como Gil Gomes, é um jornalista e advogado bem como repórter policial do rádio e televisão brasileiro bastante popular graças a seus estilos personalíssimos de voz, de gestos e de se vestir.
Gil está afastado da televisão desde 2005.
Paulistano nascido e criado no Jabaquara, Gil vendia balas e santinhos na porta de uma igreja, onde mais tarde foi aceito como congregado mariano.
Sofria de gagueira e para superá-la tentava imitar os locutores esportivos que ouvia pelo rádio. O método funcionou graças, segundo afirma, a sua força de vontade. Foi então convidado a ser locutor nas quermesses da igreja e descobriu que a comunicação era sua vocação. Abandonou assim a ideia de ser médico, como desejava seu pai.
Numa dessas quermesses recebeu aos 18 anos o convite para seu primeiro emprego na Rádio Progresso, como locutor esportivo. Na mesma função, passou por vários rádios paulistanas e do interior até chegar à Rádio Marconi. Quando a rádio parou de fazer coberturas esportivas, Gil passou a integrar o departamento de jornalismo da emissora cuja chefia assumiu no fim dos anos 60.
Na mesma rádio trabalhava Ana Vitória Vieira Monteiro (dramaturga, poetisa e escritora), com quem Gomes casou e teve três filhos, de um casamento que durou 14 anos, antes da separação: Guilherme Gil Gomes, Daniel e Vilma. Guilherme Gil Gomes o primeiro trabalhou com o pai até sua morte prematura, de hepatite C. O segundo filho o empreendedor de sucesso Daniel Gil Gomes ocupa o posto deixado vago pelo irmão, é casado e pai de três filhas. A terceira filha Vilma Gil Gomes é advogada, casada e mãe de um filho. Gil Gomes tem orgulho de ser amigo de sua ex-mulher, com a qual desenvolveram uma relação de respeito e amizade. Gil Gomes foi casado pela segunda vez com Eliana, com quem teve duas filhas: Flavia e Nataly.
Um incidente ocorrido em 1968 fez nascer casualmente o repórter policial Gil Gomes. Gil realizava entrevistas pelo telefone com políticos, quando tomou conhecimento que um caso de agressão sexual estava ocorrendo no edifício onde a rádio estava instalada. Num impulso, resolveu fazer a cobertura do caso ao vivo. Desceu as escadas do prédio com o microfone na mão, fazendo locução e entrevistando os envolvidos e as testemunhas.
A Rádio Marconi obteve uma audiência recorde com essa cobertura e Gil concluiu que um programa policial ao vivo era o caminho a seguir. Mas foi um caminho difícil, o regime militar não tolerava críticas ao trabalho da polícia. Para agravar a situação, a Rádio Marconi já era visada pelas autoridades por adotar, em seu noticiário, uma linha de oposição ao governo.
Várias vezes – mais de trinta, conforme afirma o próprio Gil –, Gil e sua equipe foram presos e a rádio retirada do ar. De todas as prisões, conseguiu se livrar sem maiores consequências por conta de sua amizade com policiais. Quando a programação da rádio começou a sofrer censura prévia, Gomes narrava no ar historinhas infantis e receitas culinárias em substituição ao noticiário censurado.
Mas não só as autoridades o hostilizavam. Ao colaborar, com sua equipe, na elucidação de crimes, passou também a sofrer ameaças de morte de bandidos.
Concorria com o primeiro repórter policial da rádio Bandeirantes, José Gil Avilé, o Beija-Flor.
Gil veio a apresentar um programa também na Rádio Tupi.
Na TV: Aqui Agora[editar | editar código-fonte]
Para se diferenciar do jornalismo sisudo e bem comportado da Rede Globo, em 1991 o SBT idealizou o jornal diário Aqui Agora como um jornal popular no formato e na linguagem. Entre os convidados para integrar a equipe de locutores e repórteres do jornal estavam Gil aparecendo ao lado de Sônia Abrão, Celso Russomanno, Jacinto Figueira Júnior (o homem do sapato branco) e Wagner Montes, entre tantos outros.
Como o Aqui Agora dava ênfase a reportagens sobre acidentes graves e crimes de toda sorte, Gil teve um papel destacado: foi onde ele aprimorou o visual, a voz e o gestual que caíram no gosto do grande público e serviram de inspiração para os imitadores dos programas de humor.
Vestido invariavelmente com uma camisa de cores berrantes, como se tivesse sido comprada numa banca de camelô de um bairro popular, a mão direita empunhando o microfone e a esquerda gesticulando em horizontal como se alisasse o pelo de um cão, Gil narrava os fatos diretamente na cena do crime com sua voz arrastada e grave, que cresce em volume nos momentos mais dramáticos. Usa frases curtas, que às vezes nem chega a completar. Nas entrevistas, não adota uma posição neutra: se emociona diante das vítimas e explode de indignação diante dos criminosos.
O Aqui Agora fez tanto sucesso que passou mais tarde a ter duas edições diárias. Mas com o aparecimento de concorrentes, foi perdendo audiência e saiu do ar em 1997.
Em 1998, Gil foi contratado pela TV Gazeta para ser repórter do Mulheres.
A Escolinha do Barulho foi ao ar pela Rede Record em 1999 quando a Rede Globo deixou de apresentar a Escolinha do Professor Raimundo e dispensou diversos atores cômicos do elenco, os quais a Record resolveu contratar para fazer um programa semelhante. Como inovação, em vez de um único professor, a Escolinha da Record teve quatro professores fixos: Dedé Santana, Miele, Benvindo Siqueira e Gil Gomes.
Em 2004/05, Gil foi repórter e apresentador do Repórter Cidadão da RedeTV!.
Em 2005, Gil afastou-se da família e dos amigos bem como TV e do rádio. Os quase 50 anos de carreira foram aparentemente encerrados pelo mal de Parkinson.
No dia 23 de março de 2014, Gil veio a ser recebido pelo apresentador e jornalista Geraldo Luís no programa Domingo Show da Record ao qual concedeu uma célebre entrevista que relembrou a sua trajetória.

Paulo Barbosa

Paulo Barbosa

Paulo Barbosa atualmente.

Rádio Capital (AM 1.040 kHz - São Paulo/SP) - Visite: www.capital1040.com
Carioca, nasceu no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro, no dia 14 de maio de 1944.

Radialista, jornalista e publicitário, começou sua carreira na Rádio Imperial, em Petrópolis (RJ). Passou pelas Rádios Record, Globo, Tupi do RJ, América, Tupi de SP, Capital.

Osvaldo Béttio

Oswaldo Béttio próximo ao seu falecimento no final de junho de 2015.

Oswaldo Béttio no início da carreira.

Uma de suas fotos raras em início de carreira.

Mora na região do Pacaembu, zona oeste da cidade de São Paulo. Até 2009 esteve na Rádio Record AM (1.000 kHz - São Paulo/SP). Por enquanto, segue afastado do Rádio.
Estreou na Rádio Record de São Paulo, exatamente num dia 20 de novembro de 1974. Fazia o horário das 3h00 às 5h00 da manhã.
Aos poucos, como quem não queria nada, o moço foi tomando conta do horário, dominando o Brasil de ponta a ponta. Tanto é que a direção da Record resolveu ampliar o horário do programa, que logo passou a ser veiculado das 2h00 às 5h30 da manhã.
Seu programa sempre contou com a participação de personagens que alegravam os ouvintes. Entre eles destacamos: “Zé do Botão” (famoso em todo país), ganhava um alto salário da Rádio Record só para dar gostosas gargalhadas e “Peppone”, um italiano pernóstico que falava tudo errado.
Trabalhou também na Rádio Gazeta AM.

Moraes Sarmento
O início no rádio.

Com Zé Fortuna e Pitangueira.
Faleceu em São Paulo, dia 22 de março de 1998.

Natural de Campinas, interior paulista, seu nome verdadeiro era Rubens Sarmento. Nasceu no dia 14 de dezembro de 1922.

Seu avô paterno fundou em Campinas o jornal "Diário de Campinas". Quando garoto, gostava de brincar esticando fios, fazendo antenas, pois queria ser técnico de Rádio. Aos 15 anos entrou para a Rádio Educadora de Campinas, levado pelo radialista Roberto Corte Real.

Em 1941, em Uberlândia, iniciou seu trabalho como locutor profissional. Trabalhou também em São José do Rio Preto e chegou depois a São Paulo. Na Rádio Cultura de São Paulo, apresentou o programa "Cirquinho do Simplício".
Solto, despachado, sincero, defensor das raízes musicais brasileiras, fez sucesso, passando também pelas Rádios Cosmos, Tupi, Bandeirantes, São Paulo e Capital.
Moraes Sarmento e Inezita Barroso.
Também trabalhou na TV Cultura apresentando o programa "Viola, minha Viola", onde obteve muito sucesso.
Moraes Sarmento esteve no ar por 60 anos ininterruptos. Foi casado com dona Wilma, teve filhos, netos e bisnetos.

Lombardi

Imagem dos últimos dias.

Com Sílvio santos na década de 80.
Faleceu dormindo em sua residência na cidade de Santo André/SP, vítima de um infarto agudo do miocárdio, aos 69 anos, dia 2 de dezembro de 2009. Seu corpo foi sepultado no cemitério Cristo Redentor, na Vila Pires, em Santo André/SP.
Luiz Lombardi Neto, nome verdadeiro de Lombardi, nasceu no "Bexiga", como é carinhosamente chamado o tradicional bairro da Bela Vista, na região central da cidade de São Paulo.

Para quem não sabe, Lombardi sonhava em ser locutor esportivo. Em 1965, fez teste de locução e logo foi trabalhar na Televisão onde conheceu Silvio Santos. Começou sua carreira na extinta TV Paulista, fazendo comerciais, mas logo Silvio Santos o chamou para trabalhar com ele, e a parceria se manteve por 43 anos.

Silvio Santos o tornou conhecido em todo o país, justamente por ter causado a curiosidade do público em saber como Lombardi era fisicamente.
Visite o site do Lombardi: www.sitedolombardi.com 

Foi casado com a dona Eni, com quem teve o único filho Luiz Fernando Lombardi (o Lombardi Junior), que também trabalha em Rádio na área esportiva.
Seu último trabalho em Rádio foi na Rádio ABC (1.570 kHz - Santo André/SP) e Rádio Atlântica (590 kHz - Santos/SP).

Roberto Barreiros

Roberto Barreiros no início como radialista.
No auge da carreira.

Em um de seus trabalhos audio-visuais.
 Esteve trabalhando ultimamente nas madrugadas da Rádio Gazeta AM de São Paulo. Mas com a mudança da programação, Roberto Barreiros atualmente se dedica mais a sua carreira de cantor, continuando a fazer apresentações pelo Brasil.

Iniciou sua carreira artística como radialista em Ribeirão Preto, sua terra natal. Foi locutor e discotecário da antiga Rádio PRA-7.

Com a criação do Departamento de Rádio-Novelas, na década de 50, atuou também como Rádio-Ator, ao lado de Maria Augusta Mattos (Guta), que viria a ser diretora do Núcleo de Telenovelas da Rede Globo, nas décadas de 60 e 70.
Ainda em Ribeirão Preto, exerceu a função de diretor geral da PRA-7, onde um fato curioso lhe aconteceu. Tão jovem no cargo, um dia o cantor Vicente Celestino chegou na emissora e pediu para falar com o diretor.

Roberto Barreiros se apresentou e surgiu o seguinte diálogo:
- Eu quero falar com o diretor.
- Eu sou o diretor da Rádio.
- Você está gozando com a minha cara, seu moleque.

Vicente Celestino deu as costas e foi embora sem acreditar que alguém tão jovem poderia ser o diretor da Rádio.

Já em São Paulo - entre um programa e outro de Rádio - Roberto Barreiros fez muito sucesso na TV Record no programa humorístico "Praça da Alegria", comandado pelo saudoso Manoel de Nóbrega.

Enfim, Roberto Barreiros é do tipo que faz tudo. É locutor, narrador, dublador, Rádio-Ator, ator, humorista, compositor, cantor e outras coisas mais.

Zancopé Simões
Zancopé entrevista José Mello Marques em 1973.

Zancopé hoje.
Rádio Bandeirantes de São Paulo (AM 840 kHz e FM 90,9 MHz), onde apresenta o "Bandeirantes a Caminho do Sol". Visite: www.radiobandeirantes.com.br
Natural de Garça, interior paulista, Zancopé Simões é formado em Educação Física, mas foi no Rádio que decidiu seguir carreira.
Radialista e jornalista, trabalhou no Departamento de Jornalismo da Rádio Olinda, de Pernambuco.
Em São Paulo, passou pelas Rádios Jovem Pan AM; Record; Globo; Trianon e América. Mas foi na Rádio Record, na década de 70, que ficou conhecido como "Amigo número 1 dos Caminhoneiros".

Edgard de Souza
No auge da carreira.

No final de suas atividades.
Faleceu no dia 18 de julho de 2007, vítima de parada cardíaca.
Ele residia em Curitiba (PR) e seu último trabalho no Rádio foi na Tropical AM (1.320 kHz - Curitiba/PR). Seu corpo foi cremado.

Baiano de Salvador, nasceu no dia 17 de junho de 1932.

Trabalhava no serviço de auto-falantes em sua cidade natal, quando decidiu tentar o Rádio de verdade no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Foi dificil, mas após certa persistência, conseguiu um emprego na extinta Rádio Piratininga (SP).Seu grande sucesso foi alcançado na Rádio Globo/Nacional, onde apresentava programa sertanejo, gênero que o consagrou.

Conhecido como "O animador das mil palavras...", seu estilo de apresentação era diferente para o estilo sertanejo. Sempre usou um português correto e boa dicção, o que era o seu diferencial.

Pesquisa - Lázaro Mariano

Fonte: Tufano Silva, site Bastidores do Rádio, de Adriano Barbiero, www.dicionariompb.com.br, www.elicorrea.am.br, Wikipédia, a enciclopédia livre, http://terceirotempo.bol.uol.com.br.

Um comentário:

Obrigado pela visita. Abraços enviolados!